Quando sabemos qual é a hora de levantarmos a bandeira da trégua com os problemas?

Qual é a hora de “entregar os pontos”?

Quando saberei que devo “deixar pra lá”?

Não estou falando de brigas ou confusões, muito menos de guera. Não estou falando de pessoas. Estou falando daquilo que vez por outra tira nosso entusiasmo, esconde nosso sorriso, tira nosso otimismo, nos deixa menos iluminados, daquilo que por vezes faz parecer que Murphy tinha razão.

Estou falando dos problemas.

PROBLEMAs, nós os estudamos, aprendemos metodolgias sofisticadas pra encará-los, fazemos 6 sigma, PDCA, análise de fenômeno e tal.

Eu gosto de problemas, se alguém me conta que a emrpesa está com um problema eu fico feliz. Se não há problemas, não precisam de mim, nem de você.

Já para as causas, buscar, investigar, fuçar, matar problemas, encontrar as razões.No Brasil não se faz isso. Então temos caos aéreo, corrupção desenfreada, estradas esburacadas, Incor quebrado, PAC enPACado, tuda pára se não buscamos enfrentar os problemas. Para enfrentar problemas de frente é prefiso fazer como menino Davi, que ficou diante do problema chamado Golias e mandou a solução encontrada, uma pedra, direto na causa do problema. Direto no lugar que resolveria problema. Esse menino virou rei alguns anos depois.

Quem resolve problemas graves sempre tem recompensas grandiosas, agora ou depois.

Vamos fazer as peguntas certas:

Para saber as características do problema, pergunte COMO ele ocorre, QUANDO ele acontece, busque dados e informações confiáveis. Não tem? Monte uma coleta então.

Para saber mais pergunte POR QUÊ raios isso acontece e olhe todo o processo, cada etapa.

Eu já descobri quando abandonar os problemas. Logo ali, na curva depois do NUNCA.

Nunca desistir, nuca permitir que os problemas turvem a nossa vista, escuresçam nossa esperança. 

É PRA JÁ!