Educação Financeira

Aprenda a cuidar do seu dinheiro, poupar e investir.

Arquivo da categoria ‘Fortuna’

Lições de Finanças Pessoais de Michael Jackson

Publicado por Cléber Miranda em Julho 9, 2009

Prezados, todos nós que assistimos aos acontecimentos relacionados com a morte do Rei do POP ficamos um pouco entristecidos gostando dele ou não.

Assistindo às diversas matérias que saem por todos os veículos de mídia ficamos sabendo o seguinte:

  • O aluguel da casa onde ele morreu custave US$ 100 mil/mês;
  • Ele morreu e deixou dívidas da ordem de US$ 400 Milhões;
  • Há relatos de que ele faturava, mesmo não lançando discos, US$ 19 Milhões/ano;
  • Ele se envolveu em diversos escândalos e a cada sentença ou acordo desembolsava fábulas em USD;

Lendo um livro dia desses vi uma história de que quando ele assinou com uma gravadora no início dos anos 1990 tinha um contrato na casa dos bilhões de dólares. Ela o maior vendedor do mundo e tinha muitos produtos licenciados. Michael era dono de muitas empresas,  inclusive dono dos direitos autorais das músicas dos Beatles, o que lhe rendeu a inimizade de Paul Mc Cartney.

Com muitos negócios lucrativos e recebendo direitos autorais até de obras alheias fica a pergunta: Como ele conseguiu desperdiçar tanto dinheiro?

Será que faltou educação financeira a um dos maiores artistas que já vimos no mundo?

Só o disco Thiller vendeu mais que o Roberto Carlos em toda a carreira.

Será que vale fazer qualquer sacrifício para satisfazer os caprichos e mimos que cada um de nós deseja? Será que podemos sacrificar o futuro em nome de prazeres no presente? As futuras gerações podem ser comprometidas porque queremos tudo-agora-mesmo?

Confesso que ainda estou curioso quanto a esse assunto. Se se confirmarem as especulações de Michael Jakson morreu quebrado seria a maior bancarrota pessoal de todos os tempos. Vejam esse post do Leonardo Siqueira http://reflexoescorporativas.wordpress.com/2009/07/01/como-o-homem-de-2-bilhoes-de-dolares-faliu/

Talvez ele tenha vivido como dizia em uma de seus  primeiros sucessos depois de adulto:

“Quando o melhor não e o bastante…”

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O pacote americano de US$ 700 bi foi aprovado

Publicado por Cléber Miranda em Setembro 29, 2008

09:00: O congresso americano aprovou um pacote de ajuda a Wall Street no valor de US$ 700 bilhões. Isso é meio PIB do Brasil. É uma enormidade de dinheiro.

Veja aqui os detalhes do pacote.

Você concorda? Que precisa haver intervenção creio que seja ponto pacífico, mas, desse jeito?

E as regras não vão mudar?

Os salários dos executivos desses bancos foram limitados. Um amigo acha que essa regra vai ser derrubada na justiça.

Qual será o próximo setor a ser atingido pela voracidade de Wall Street? Apostas.

Atualizando: 18:58: O Pacote que havia sido anunciado foi rejeitado pela Câmara dos Deputados dos Estados Unidos. Cruzes. As eleições e disputadas partidárias vão fazer esse socorro financeiro demorar.

As bolsas caíram terrivelmente.

Veja no UOL como foi o dia pelas bolsas mundo afora.

21:29: Veja matérial do UOL sobre o dia de cão das bolsas ao redor do mundo, puxado pela nossa exagerada queda do IBOVESPA.

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Você entende suas finanças?

Publicado por Cléber Miranda em Setembro 10, 2008

Você consegue responder a tempo e a hora sobre suas contas? Se eu te perguntar como andam suas contas, como seria a resposta?

Se pergutasse a você se está ganhando dinheiro ou perdendo você saberia me responder?

Se perguntasse se é melhor comprar um apartamento financiado em 60 meses ou aplicar o dinheiro, o que me diria?

R$ 1000,00 hoje valem o mesmo que R$ 1000,00 daqui a seis meses?

Você faria um curso de finanças pessoais?

Você acha que ter um orçamento com a estrutura principal das suas contas ajudaria a controlar os seus gastos?

Você acredita que um brasileiro comum poderia juntar R$ 1 milhão ao longo da vida?

O que são juros compostos?

Continua…

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Mercado de capitais

Publicado por Cléber Miranda em Setembro 2, 2008

Enquanto vamos falando de Educação Financeira é preciso que se entenda que existem diversas formas de investimento.

Controlar as finanças é um degrau para se chegar ao objetivo de investir o que se conseguiu poupar.

Dentre as dezenas de possibilidades, vou postar abaixo as opções existentes.

Ao escolher o investimento o perfil do investidor deverá ser levado em consideração. Tradicionalmente a classificação é entre:

  • Conservador – Indivíduo que tem completa aversão ao risco e busca investimentos super seguros como poupança e renda-fixa;

  • Moderado – Indivíduo que aceita correr algum risco mas ‘diversifica’ entre produtos mais arriscados (opções, ações e fundos de ações) e renda fixa e poupança;

  • Agressivo – Indivíduo que está disposto a correr riscos em busca de retornos mais significativos.

Antes de falar dos produtos financeiros é bom lembrar que essa conta deve ser sempre levada em consideração. O investidor precisa pensar todo o tempo em Risco x Retorno. Essas duas variáveis são inversamente proporcionais. Quanto maior o risco, maior a possibilidade de retorno e vice-versa.

Uma corretora é uma instituição que intermedia os negócios entre o investidor e a bolsa de valores. Para se investir em ações é necessário abrir uma conta em uma corretora autorizada a funcionar pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e que esteja regularizada junto à BM&FBovespa (Resultado da fusão da Bolsa de Valores de São Paulo e da Bolsa de Mercadorias e Futuros).

Meu amigo Ronan Botelho abriu com outros quatro sócios uma ‘Boutique de Investimentos’ em Vitória/ES com o objetivo de trazer o que há de melhor no mercado financeiro para o próspero e borbulhante mercado do Espírito Santo. O nome da Boutique é Somainvest.

Os produtos que uma corretora ou boutique de investimentos oferecem são:

  • Compra e venda de ações;

  • Compra e venda de opções;

  • Compra e venda de Títulos do Tesouro Nacional (Tesouro Direto);

  • Cotas de fundos de investimentos;

  • Aplicação em mercado futuro com mercadorias, moedas, metais, índices e outros.

O profissional que atua em uma corretora de valores mobiliários é habilitado pela CVM que é quem fiscaliza e regulamenta o mercado de capitais no Brasil. Para oferecer ao cliente boas condições de tomada de decisão o corretor/consultor precisa estar atento aos movimentos do mercado e gozar de sólido conhecimento do assunto.

Investir em ações e/ou qualquer investimento com um maior grau de risco vai exigir coragem e estômago para resistir a perdas possíveis, mas é compensador. Todo ganho tem seus sacrifícios. Nesse caso os sacrifícios são alguns: incerteza, busca por conhecimento, apostar na economia no futuro, abrir mão de consumo imediato para garantir um futuro melhor.

Para começar no mercado financeiro sugiro buscar informações. Tem que fussar mesmo. Leia livros, faça cursos. Entre no site da bolsa e faça o cursinho on line de introdução ao mercado.

Entre no site da Incentivo.org e veja o que eles ofertam de conteúdo gratuito.

Me mande e-mails, vamos conversar. A gente se ajuda e crescemos. O mercado é cheio de possibilidades. Eu e você podemos ser mais prósperos amanhã.

Navegue por outros posts mais antigos. Buscar conhecimento é essencial para tomar decisões com menores possibilidades de erros em um mercado completamente irracional. Veja http://clebermiranda.wordpress.com/2007/08/22/as-tres-regras-da-fortuna/

Continua…

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A História Natural dos Ricos

Publicado por Cléber Miranda em Agosto 5, 2008

Veja no link abaixo um trecho do livro A História Natural dos Ricos. É importante que cada vez mais gente saiba que os ricos são iguais a todos, entretanto, eles reagem de forma diferente a dificuldades e oportunidades.

Clique abaixo e veja.

http://tigredefogo.wordpress.com/2008/06/12/trecho-do-livro-historia-natural-dos-ricos-richard-conniff/

É PRA JÁ!

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Analfabeto Financeiro

Publicado por Cléber Miranda em Julho 29, 2008

Prezados amigos, o Brasil luta (a passos de tartaruga) para erradicar o analfabetismo da vida de milhares de pessoas (hoje, aproximadamente 14 Milhões de pessoas são analfabetas absolutas), entretanto, mesmo para os letrados há outro tipo de analfabetismo, o Financeiro.

Além do analfabetismo numérico, os tupiniquins, em geral, não são chegados em números, a turma anda muito mal quando o assunto é entender o capitalismo e o sistema financeiro.

Veja abaixo matéria do OUL Mídia Global, do Freakonomics.

Freakonomics: sobre o capitalismo, o melhor sistema econômico já inventado, e o analfabetismo financeiro

Stephen J. Dubner e Steven D. Levitt

Ainda não jogue fora seu capitalismo
A turbulência na economia americana fez muitas pessoas atacarem o capitalismo, por um bom motivo: o capitalismo é inerentemente turbulento. Este é motivo para Joseph Schumpeter, o lendário economista de Harvard, chamá-lo de “destruição criativa”.

Dito isso, muita gente (inclusive eu) ainda assim considera o capitalismo como o melhor sistema econômico já inventado. Ele é perfeito? Dificilmente. Quando penso no capitalismo, eu penso no que Churchill certa vez disse sobre a democracia: “A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as outras formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos”.

Uma boa forma de apreciar seu próprio sistema bom mas imperfeito é visitar o sistema pior e mais imperfeito de outro país. Aqui está o exemplo de um livro interessante que estou lendo -” The Gridlock Economy”, de Michael Heller, um professor de lei imobiliária da Universidade de Colúmbia:

“No final de 1991, enquanto a União Soviética estava ruindo, eu viajei para Moscou como parte de uma equipe do Banco Mundial. O novo governo de Boris Yeltsin queria saber o que era preciso para criar uma economia de mercado em um país sem memória viva do capitalismo.”

“Eu fiquei impressionado em quanto o socialismo inverteu as coisas. No inverno de Moscou, meus amigos deixavam suas janelas abertas para os apartamentos não superaquecerem. Por quê? A energia não tinha um preço, de forma que não havia termostatos. Todo mundo viajava grandes distâncias para trabalhar. Por quê? Terrenos e transporte não tinham um preço, de forma que Moscou tinha chalés próximos do centro da cidade e altos prédios de apartamentos nos subúrbios distantes. Milhões estavam socados em conjuntos habitacionais obsoletos, mas não havia como desenvolver os terrenos próximos. Estes custos se tornaram visíveis tão logo os russos começaram a atribuir um preço aos terrenos, à energia e outros recursos no valor de mercado mundial. A transição foi dolorosa.”

Provavelmente nos faria bem perceber que o atual barulho em torno dos aumentos dos preços nos Estados Unidos é, na verdade, o som de muitos ovos sendo quebrado, o que de forma moderada poderá ser uma boa coisa para muitas pessoas. A dor do momento é real, mas também é a força do sistema.

Stephen J. Dubner

Você é financeiramente letrado?
Quão importante é a disseminação do conhecimento financeiro para a saúde de uma sociedade moderna?

Bem, eu diria que muito.

Assim como Annamaria Lusardi, uma professora de economia do Dartmouth College, que sabe e cuida da alfabetização financeira mais do que qualquer outra pessoa que você provavelmente encontrará.

Em uma sociedade com um sistema financeiro moderno e bem complexo como os Estados Unidos, provavelmente não é um bom sinal o fato de mais da metade de seus cidadãos não serem capazes de lidar com economia básica, como mostrado em um novo estudo de Lusardi, intitulado “Alfabetização Financeira: Uma Ferramenta Essencial para uma Opção Informada pelo Consumidor?” Entre os conhecimentos básicos estão saber como um cartão de crédito realmente funciona; entender a beleza do juro composto e o horror de pagar o valor mínimo do cartão de crédito; saber como economizar e investir mesmo quando pensa que não pode etc.

E nem mesmo tocamos nas questões macroeconômicas mais simples, como oferta e demanda. É possível imaginar quão diferente seria a cobertura estridente do noticiário a respeito do aumento dos preços da gasolina caso o público (e a mídia) se importasse ao menos um pouco em saber como a economia de fato funciona?

Então, o que pode ser feito? Eu procurei Lusardi para algumas respostas.

P.: Como se compara a alfabetização financeira nos Estados Unidos a de outros países desenvolvidos?

R.: Esta é uma pergunta difícil de responder porque, como você pode saber a partir do meu trabalho, quase nenhuma pesquisa (nacional) conta (ou contava) com informação para medir a alfabetização financeira. Além disso, nós não dispomos de um conjunto consistente de perguntas sobre alfabetização entre os países. Mas a julgar por algum trabalho que tenho feito, comparando os Estados Unidos com a Holanda e a Itália, e pelo Relatório para Melhoria da Alfabetização Financeira da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, eu posso dizer que os outros países desenvolvidos enfrentam o mesmo problema de amplo analfabetismo financeiro. O analfabetismo financeiro pode até ser pior nos outros países do que nos Estados Unidos.

P.: Se você fosse presidente dos Estados Unidos por um dia (ou mais), quais seriam os cinco itens de alfabetização financeira que tentaria ensinar a todos?

R.: Se fosse presidente por um dia, eu gostaria que os seguintes assuntos fossem ensinados no colégio:

1. O básico sobre como os mercados funcionam. Coisas como: é a lei da oferta e demanda que determina os preços em mercados competitivos e a taxa de juros é o preço do dinheiro.

2. O valor temporal do dinheiro e o funcionamento do juro composto: porque muitos pagamentos nas finanças acontecem em pontos diferentes do tempo, é preciso saber como comparar os pagamentos. O desconto está na base do preço de um ativo. Qual é o preço dos títulos? É o valor no presente de seus pagamentos. A composição dos juros é um conceito fundamental e exige um pouco de matemática. É muito importante entender a composição dos juros para poder apreciar plenamente a importância de começar a economizar cedo e como tomar empréstimos e administrá-los.

3. O conceito básico de risco e o funcionamento da diversificação do risco e seguro: muitas das decisões sobre poupar e investir estão ligadas a como lidar com o risco.

4. Contabilidade básica: para saber os valores líquidos é preciso subtrair ativos e obrigações, e que faz uma grande diferença entre escolher preços de mercado e preços contábeis.

5. Direitos e responsabilidades dos consumidores e instituições. As pessoas precisam saber que há uma Sociedade Federal de Seguro de Depósito, que os depósitos bancários são seguros (até US$ 100 mil) e que não há necessidade de fazer fila para sacar depósitos; elas precisam saber quem tem e não tem deveres fiduciários e o que significa o uso de um consultor financeiro (você não pode processá-los em caso de queda do mercado de ações).

Stephen J. Dubner

Tradução: George El Khouri Andolfato

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Educação Financeira

Publicado por Cléber Miranda em Julho 18, 2008

Um amigo que postou comentário aqui no blog me falou a respeito de Educação Financeira. O Fernando Blanco tem um blog muito bom sobre crédito. Exatamente, esse ser que está corroendo as economias, ou a falta delas, dos brasileiros todos os dias em horário nobre.

Como eu trabalho na Educação fica fácil tratar do tema. Acho mesmo, como já disse outras vezes, que nós carecemos de educação financeira de berço no Brasil. Também acho que deveríamos ensinar finanças na escola, desde cedo.

Eu faço a minha parte com sobrinhos e agregados da família. Todos eles tem ‘cofrinho’ e a gente sempre conversa com eles.

Napoleon Hill diz que não existe sucesso na vida sem economizar. Viva!

Isso dito pelo maior escritor sobre sucesso pessoal que já existiu. Vou me esforçar para falar cada vez mais de educação financeira. Eu me dedico a isso. Quero recuperar o quebrados e ajudar outros a não quebrarem.

Vamos dar uma forcinha para que o nosso país seja grande e fornte. POUPANDO.

Aprender de finanças para economizar, investir e enriquecer.

É PRA JÁ!

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Mão de Vaca

Publicado por Cléber Miranda em Julho 8, 2008

Descobri um blog aqui do WordPress mesmo chamado Blog do Mão de Vaca.

O cara é uma figura rara. Gostei. Acho que tratar de finanças pessoais pode ser divertido. Você não vai me ver usando palavrões, mas tratar da sua grana precisa ser legal. Dinheiro é uma coisa séria, boa, muito boa e precisa ser divertida.

Blog do Mão de Vaca. O cara tem os mandamentos do mão de vaca e tudo mais. Segundo o autor ‘comprar nunca é um bom negócio. A menos que você possa vender pelo dobro do preço depois’. Esse cara sabe mesmo das coisas. Recomendo.

É PRA JÁ!

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Brasil ganha 63 milionários por dia

Publicado por Cléber Miranda em Julho 7, 2008

O número de milionários no Brasil cresceu 19,1% no ano passado, o terceiro maior avanço no mundo, superado apenas por Índia e China. O país contava, em 2007, com 143 mil pessoas com ativos de pelo menos US$ 1 milhão (23 mil a mais do que em 2006), de acordo com estudo anual do Merrill Lynch e da Capgemini. O aumento superou ainda o PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas no país), que cresceu 5,4% em 2007.

Foi o maior crescimento no número de milionários do país nos últimos cinco anos desse estudo (quando os dados dos países ficaram mais detalhados). No período, a maior expansão tinha sido a de 2005, de 11,3%, quando o Brasil teve o décimo maior avanço mundial.

Leia mais no Financenter.com.br

É PRA JÁ!

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Milionários

Publicado por Cléber Miranda em Junho 24, 2008

Leia no G1. O Brasil é o terceiro país do mundo em crescimento do número de milionários. Considera-se milionário o cara que possui mais de US$ 1 Milhão em ativos financeiros. Esqueça casa, carros ou jóias, só serve dinheiro aplicado. São 10,1 milhões de milionários no mundo.

Essa pesquisa vai na mesma linha da pesquisa personalizada da Forbes com as 400 pessoas mais Ricas do mundo.

Leia mais no G1

Riqueza atrai riqueza.

É PRA JÁ!

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