Educação Financeira

A prosperidade começa com o controle do fluxo de caixa.

Retorno

Escrito por Cléber Miranda em Agosto 25, 2008

Voltei hoje das férias. Férias é muito bom. A gente cansa de descansar.

Férias é um período propício para estourar os orçamentos. A gente fica sem rotina, faz tudo o que dá na telha e gasta muito.

Em meio a propaganda eleitoral na tv, rádio e jornais eu fico pensando em incentivar as pessoas a pedir que os canditados economizem. Economizar é um hábito que eu tento revomendo a todos. Aos candidatos eu recomento economizar em:

  • Peça aos candidatos para não falarem a palavra ‘povo’, soa mal e fica piegas;
  • Peça que cada um evite falar o tal de ‘pelo social’;
  • Please não mencionem honestidade, isso é princípio não é qualidade de ninguém;
  • Gaste menos na campanha, essa conta não fecha e um dia vamos arranjar um jeito de fechar a torneira.

Estou lendo A Lei do Triunfo de Napoleon Hill. Estou na liçao nº 09, ‘Fazer mais do que se é pago para fazer’. Topas? O Eduardo Tavares adoraria esse título.

Estou de volta, animado, muito animado.

É PRA JÁ!

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Férias

Escrito por Cléber Miranda em Agosto 13, 2008

Estou em férias. Acabei de ler a Quarta Lição do livro A Lei do Triunfo de Napoleon Hill. Essa lição trata do hábito de economizar. Esse livro foi escrito há mais de 50 anos e parece muito atual. Napoleon Hill foi encarregado por Andrew Carnegie de estudar e estabelecer um ‘ciência do sucesso’.

Ele realizou um trabalho primoroso entrevistanto 16.000 pessoas e estudando a razão do sucesso e do fracasso das pessoas.

Segundo o autor 96% das pessoas podem ser classificadas como fracassadas. Apenas 4% ou menos podem consideradas pessoas de sucesso.
Quando ele fala de economia sugere que sua poupança seja superior a 10% dos seus rendimentos brutos. O argumento é muito interessante e é em uma linha pela qual eu já tinha me interessado. Ou seja, Hill defende que economizar aumenta as oportunidades de ganhar dinheiro. Economizando uma pequena quantia por mês em pouco tempo você consegue juntar um valor considerável.

Segundo ele as oportunidades de negócios podem surgir bastando investir uma pequena quantia. se você tem dinheiro para investir você alcança sucesso. Estou falando aqui de pequenos negócios e oportunidades que surge. Outro ponto é o fator de que quem tem o hábito de economizar consegue dinheiro mais facilmente porque já provou que pode cuidar de dinheiro.

A Lei do Triunfo, Napoleon Hill. Eu comprei o livro novo por R$ 49,00 (livro + fretre) no www.estantevirtual.com.br o livro chega rápido à sua casa. Não perca tempo. São 732 páginas que você vai ler rapidamente.

Triunfar é pra já!

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Classe média já é 52% da população

Escrito por Cléber Miranda em Agosto 8, 2008

A classe média cresceu ou foram nossos padrões que abaixaram? Uma coisa ou outra a verdade é que, em termos de grana, a turma está ganhando mais. Espero que isso se sustente por muito tempo para que possamos solidificar esse crescimento em bolha, por enquanto.

A nova classe média, com renda entre 1 e 4 mil reais é o que o IBGE chama de classe C. Esse foi o filão que cresceu.

Quem apontou esse crescimento foi a FGV

O Brasil está crescendo. O brasileiro ainda é muito pobre, mas são milhões vivendo bem melhor.

O Globo fez uma matéria com uma economista do IETS dizendo que a classe média só é média porque trabalha (bons empregos) e estuda (alto nível educacional). Essas não são características desses novos ocupantes da classe média.

Pra ser repetitivo, educação para bons empregos e bons negócios. Isso, mais negócios, mais capitalismo. Isso sim segura a classe média e fabrica ricos.

É PRA JÁ!

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A História Natural dos Ricos

Escrito por Cléber Miranda em Agosto 5, 2008

Veja no link abaixo um trecho do livro A História Natural dos Ricos. É importante que cada vez mais gente saiba que os ricos são iguais a todos, entretanto, eles reagem de forma diferente a dificuldades e oportunidades.

Clique abaixo e veja.

http://tigredefogo.wordpress.com/2008/06/12/trecho-do-livro-historia-natural-dos-ricos-richard-conniff/

É PRA JÁ!

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Os bancos são os grandes vilões da economia?

Escrito por Cléber Miranda em Agosto 5, 2008

Pergunta da semana. Você acha que os bancos são os grandes vilões do sistema capitalista? Dê a sua opinião.

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Analfabeto Financeiro

Escrito por Cléber Miranda em Julho 29, 2008

Prezados amigos, o Brasil luta (a passos de tartaruga) para erradicar o analfabetismo da vida de milhares de pessoas (hoje, aproximadamente 14 Milhões de pessoas são analfabetas absolutas), entretanto, mesmo para os letrados há outro tipo de analfabetismo, o Financeiro.

Além do analfabetismo numérico, os tupiniquins, em geral, não são chegados em números, a turma anda muito mal quando o assunto é entender o capitalismo e o sistema financeiro.

Veja abaixo matéria do OUL Mídia Global, do Freakonomics.

Freakonomics: sobre o capitalismo, o melhor sistema econômico já inventado, e o analfabetismo financeiro

Stephen J. Dubner e Steven D. Levitt

Ainda não jogue fora seu capitalismo
A turbulência na economia americana fez muitas pessoas atacarem o capitalismo, por um bom motivo: o capitalismo é inerentemente turbulento. Este é motivo para Joseph Schumpeter, o lendário economista de Harvard, chamá-lo de “destruição criativa”.

Dito isso, muita gente (inclusive eu) ainda assim considera o capitalismo como o melhor sistema econômico já inventado. Ele é perfeito? Dificilmente. Quando penso no capitalismo, eu penso no que Churchill certa vez disse sobre a democracia: “A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as outras formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos”.

Uma boa forma de apreciar seu próprio sistema bom mas imperfeito é visitar o sistema pior e mais imperfeito de outro país. Aqui está o exemplo de um livro interessante que estou lendo -” The Gridlock Economy”, de Michael Heller, um professor de lei imobiliária da Universidade de Colúmbia:

“No final de 1991, enquanto a União Soviética estava ruindo, eu viajei para Moscou como parte de uma equipe do Banco Mundial. O novo governo de Boris Yeltsin queria saber o que era preciso para criar uma economia de mercado em um país sem memória viva do capitalismo.”

“Eu fiquei impressionado em quanto o socialismo inverteu as coisas. No inverno de Moscou, meus amigos deixavam suas janelas abertas para os apartamentos não superaquecerem. Por quê? A energia não tinha um preço, de forma que não havia termostatos. Todo mundo viajava grandes distâncias para trabalhar. Por quê? Terrenos e transporte não tinham um preço, de forma que Moscou tinha chalés próximos do centro da cidade e altos prédios de apartamentos nos subúrbios distantes. Milhões estavam socados em conjuntos habitacionais obsoletos, mas não havia como desenvolver os terrenos próximos. Estes custos se tornaram visíveis tão logo os russos começaram a atribuir um preço aos terrenos, à energia e outros recursos no valor de mercado mundial. A transição foi dolorosa.”

Provavelmente nos faria bem perceber que o atual barulho em torno dos aumentos dos preços nos Estados Unidos é, na verdade, o som de muitos ovos sendo quebrado, o que de forma moderada poderá ser uma boa coisa para muitas pessoas. A dor do momento é real, mas também é a força do sistema.

Stephen J. Dubner

Você é financeiramente letrado?
Quão importante é a disseminação do conhecimento financeiro para a saúde de uma sociedade moderna?

Bem, eu diria que muito.

Assim como Annamaria Lusardi, uma professora de economia do Dartmouth College, que sabe e cuida da alfabetização financeira mais do que qualquer outra pessoa que você provavelmente encontrará.

Em uma sociedade com um sistema financeiro moderno e bem complexo como os Estados Unidos, provavelmente não é um bom sinal o fato de mais da metade de seus cidadãos não serem capazes de lidar com economia básica, como mostrado em um novo estudo de Lusardi, intitulado “Alfabetização Financeira: Uma Ferramenta Essencial para uma Opção Informada pelo Consumidor?” Entre os conhecimentos básicos estão saber como um cartão de crédito realmente funciona; entender a beleza do juro composto e o horror de pagar o valor mínimo do cartão de crédito; saber como economizar e investir mesmo quando pensa que não pode etc.

E nem mesmo tocamos nas questões macroeconômicas mais simples, como oferta e demanda. É possível imaginar quão diferente seria a cobertura estridente do noticiário a respeito do aumento dos preços da gasolina caso o público (e a mídia) se importasse ao menos um pouco em saber como a economia de fato funciona?

Então, o que pode ser feito? Eu procurei Lusardi para algumas respostas.

P.: Como se compara a alfabetização financeira nos Estados Unidos a de outros países desenvolvidos?

R.: Esta é uma pergunta difícil de responder porque, como você pode saber a partir do meu trabalho, quase nenhuma pesquisa (nacional) conta (ou contava) com informação para medir a alfabetização financeira. Além disso, nós não dispomos de um conjunto consistente de perguntas sobre alfabetização entre os países. Mas a julgar por algum trabalho que tenho feito, comparando os Estados Unidos com a Holanda e a Itália, e pelo Relatório para Melhoria da Alfabetização Financeira da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, eu posso dizer que os outros países desenvolvidos enfrentam o mesmo problema de amplo analfabetismo financeiro. O analfabetismo financeiro pode até ser pior nos outros países do que nos Estados Unidos.

P.: Se você fosse presidente dos Estados Unidos por um dia (ou mais), quais seriam os cinco itens de alfabetização financeira que tentaria ensinar a todos?

R.: Se fosse presidente por um dia, eu gostaria que os seguintes assuntos fossem ensinados no colégio:

1. O básico sobre como os mercados funcionam. Coisas como: é a lei da oferta e demanda que determina os preços em mercados competitivos e a taxa de juros é o preço do dinheiro.

2. O valor temporal do dinheiro e o funcionamento do juro composto: porque muitos pagamentos nas finanças acontecem em pontos diferentes do tempo, é preciso saber como comparar os pagamentos. O desconto está na base do preço de um ativo. Qual é o preço dos títulos? É o valor no presente de seus pagamentos. A composição dos juros é um conceito fundamental e exige um pouco de matemática. É muito importante entender a composição dos juros para poder apreciar plenamente a importância de começar a economizar cedo e como tomar empréstimos e administrá-los.

3. O conceito básico de risco e o funcionamento da diversificação do risco e seguro: muitas das decisões sobre poupar e investir estão ligadas a como lidar com o risco.

4. Contabilidade básica: para saber os valores líquidos é preciso subtrair ativos e obrigações, e que faz uma grande diferença entre escolher preços de mercado e preços contábeis.

5. Direitos e responsabilidades dos consumidores e instituições. As pessoas precisam saber que há uma Sociedade Federal de Seguro de Depósito, que os depósitos bancários são seguros (até US$ 100 mil) e que não há necessidade de fazer fila para sacar depósitos; elas precisam saber quem tem e não tem deveres fiduciários e o que significa o uso de um consultor financeiro (você não pode processá-los em caso de queda do mercado de ações).

Stephen J. Dubner

Tradução: George El Khouri Andolfato

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Educação Financeira

Escrito por Cléber Miranda em Julho 18, 2008

Um amigo que postou comentário aqui no blog me falou a respeito de Educação Financeira. O Fernando Blanco tem um blog muito bom sobre crédito. Exatamente, esse ser que está corroendo as economias, ou a falta delas, dos brasileiros todos os dias em horário nobre.

Como eu trabalho na Educação fica fácil tratar do tema. Acho mesmo, como já disse outras vezes, que nós carecemos de educação financeira de berço no Brasil. Também acho que deveríamos ensinar finanças na escola, desde cedo.

Eu faço a minha parte com sobrinhos e agregados da família. Todos eles tem ‘cofrinho’ e a gente sempre conversa com eles.

Napoleon Hill diz que não existe sucesso na vida sem economizar. Viva!

Isso dito pelo maior escritor sobre sucesso pessoal que já existiu. Vou me esforçar para falar cada vez mais de educação financeira. Eu me dedico a isso. Quero recuperar o quebrados e ajudar outros a não quebrarem.

Vamos dar uma forcinha para que o nosso país seja grande e fornte. POUPANDO.

Aprender de finanças para economizar, investir e enriquecer.

É PRA JÁ!

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Os brasileiros vão dominar o mundo?

Escrito por Cléber Miranda em Julho 14, 2008

A Folha e o the Wall Street Journal dão notícia de que a Anheuser-Busch, que fabrica a Budweiser, aceitou a proposta de compra feita pela empresa Inbev (antiga Ambev antes da fusão com a belga Interbrew). Os americanos estão em polvorosa, no mal sentido. A Budweiser é como o gol por aqui. É quase um símbolo nacional.

A exemplo do que vem acontecendo em outros setores, empresas de ponta de países em desenvolvimento vem adquirindo grandes companias dos países centrais. O eixo de poder econômico do mundo parece estar mudando um pouco de posição. Ótimo. Os brasileiros vão ‘fazer a América’.

Veja a matéria na folha on line.

É PRA JÁ!

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teste..

Escrito por Cléber Miranda em Julho 10, 2008


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Dúvidas

Escrito por Cléber Miranda em Julho 9, 2008

A partir de agora tenho um e-mail só para responder às dúvidas e questionamentos que você tiver sobre Finanças Pessoais.

Se tiver alguma mande um e-mail para duvidafinancas@uol.com.br

Vai ser um prazer responder. Manda bala.

É PRA JÁ!

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